15 de outubro de 2017

Elimine seus monstros aceitando-os


Existem emoções negativas que vivem em nosso interior como monstros que nos espreitam, e que vêm à luz no momento mais importuno, como a culpa, o medo, a soberba, o egoísmo, a inveja, os
ciúmes…

Às vezes é complicado superar um sentimento de culpa por algo que fizemos, ou é inevitável sentir medo diante de uma situação que nos preocupa.

Apesar de não ser possível eliminar as emoções negativas, é possível aceitá-las e gerenciá-las para conviver com elas e para que não dirijam nossa vida.

Identificando os monstros e as emoções

Todos nós podemos aprender a identificar e gerir nossas emoções. Podemos chegar a identificar as emoções de outras pessoas através da inteligência emocional, com o que conseguiremos sentir o que a outra pessoa sente por meio de suas palavras, gestos ou expressões.

Charles Darwin analisou que os animais têm um extenso repertório de emoções e que essas emoções têm uma função social, já que favorecem a adaptação ao nosso entorno.

Existem seis emoções básicas e cada uma tem sua função:

Medo

É a emoção que sentimos diante de um perigo, seja ele real ou imaginário. O medo nos incita a nos proteger e salvaguardar.

SurpresaAssombro que sentimos diante de um acontecimento inesperado, seja positivo ou negativo. A surpresa nos permite nos orientar diante da nova situação.

Aversão

O asco que algo nos produz e que nos faz rejeitar algo.

Ira

Sentimento de irritabilidade diante de uma situação que nos incomoda. A ira é um sentimento negativo e destrutivo.

Alegria

Euforia por algo que nos faz felizes e nos dá uma sensação de segurança e bem-estar. Nos convida a querer repetir essa situação para sentirmos isso novamente.

Tristeza

É o sentimento que os eventos negativos nos causam. A tristeza nos leva a superar uma situação e a trazer para fora nossas emoções.

Técnicas de gerenciamento das emoções

Existem várias técnicas para controlar e gerenciar as emoções negativas, que são agrupadas em várias categorias:

Técnicas de controle emocional imediato

São utilizadas para controlar nossas emoções justamente no momento em que surgem.

Geralmente têm a ver com o manejo da atenção. O que se tenta evitar é que, quando nascer uma emoção negativa em nosso íntimo, a expressemos e nos deixemos levar por ela.

Técnicas para descobrir as causas de nossas emoções

Trata-se de um conjunto de técnicas que buscam compreender o que nos faz reagir de uma certa maneira e descobrir como de reagir de forma diferente.

Pode se tratar de uma falta de autoestima, uma percepção errônea da situação, de medo etc.

Técnicas de mudança emocional permanente

As técnicas de mudança emocional permanente propõem um trabalho profundo com nós mesmos, que proporciona um crescimento para deixar de reagirmos como não desejamos.

Como aceitar os monstros

Não podemos evitar sentir emoções, mas podemos aprender a gerenciá-las e a aceitá-las para que não nos façam mal.

A seguir, damos alguns conselhos para gerenciar sua inteligência emocional e controlar os monstros internos:

1- Lembre-se de suas virtudes e êxitos

Todos temos muitos defeitos, mas também muitas virtudes que nos diferenciam e nos tornam pessoas únicas.

É comum falarmos o tempo inteiro coisas negativas sobre nós mesmos: Isso sempre me acontece!, Sou um desastre!, Sempre chego atrasada! etc.

Mas nunca paramos para pensar em todas as virtudes que temos, em todas as coisas que fazemos bem, em nossos êxitos diários.

2- Distraia sua atenção com algo concreto

Quando um bebê chora, o primeiro que fazemos é tentar distraí-lo para que pare de chorar.

Não deixe sua mente divague. Se seu companheiro lhe disse que não está seguro sobre o relacionamento, não fique pensando que ele vai deixá-la, pense no livro que estiver lendo.

3- Pense no futuro mais imediato

Às vezes as emoções negativas nos fazem pensar nas consequências a longo prazo, mas é melhor pensar no futuro imediato, de forma que sejamos mais realistas e possamos manter o autocontrole.

4- Medite regularmente

Já foi comprovado que meditar é eficaz para evitar os pensamentos negativos, não apenas quando são produzidos, mas também a longo prazo.

Meditar e respirar corretamente pode ajudar a diminuir a ansiedade e outras emoções negativas.

5- Pense no pior que pode acontecer

Se você pensar no pior que pode acontecer a você, aprenderá a relativizar seus problemas e a gerenciar o controle de suas emoções.


Abraços Fraternais

Autoconhecimento

"As prisões mais difíceis de escapar, 
é aquela que agente mesmo constrói"



Só através do Autoconhecimento que desenvolvemos uma inteligência própria com nós mesmos; pois inteligência não é necessariamente conhecimento, intelecto ou pensar que sabe mais, esse tipo de inteligência própria esta ligada a nossa própria natureza e reconhecimento de quem somos, isso nos facilita e nos capacita a lidar com nós mesmos e usar dessa inteligência a nosso favor.

Fraternos Abraços

30 de setembro de 2017

Neurose



Neurose: Mitologia grega:

neuron: nervo
osis: condição doente ou anormal

Na teoria Psicanalítica, é uma estratégia ineficaz para lidar com sucesso, com algo, o que Freud propôs ser causado por emoções de uma experiência passada, causando um forte sentimento que dificulta reação ou interferindo na experiência presente.


Por ex.: alguém que foi atacada por um cachorro quando criança,pode ter fobia ou um medo intenso de cachorros.

Porém,ele reconheceu que algumas fobias são simbólicas e expressam um medo reprimido.

Há muitas formas específicas diferentes de neurose: piromania(comportamento repititivo de atear fogo), transtorno-obsessivo-compulsivo (TOC), ansiedade, histeria (na qual a ansiedade pode ser descarregada como um sintoma físico), e uma variedade sem fim de fobias.

Todas as pessoas têm alguns sintomas neuróticos, frequentemente manifestados nos mecanismos de defesa do ego que as ajudam a lidar com a ansiedade.

Mecanismos de defesa que resultam em dificuldades para viver, são chamados neurose e são tratados pela psicanálise, psicoterapia/aconselhamento, ou outras técnicas psiquiátricas.


Faça Terapia Psicanalítica, você aprenderá a lidar melhor com:

*fobias, depressão, angustias, medos;
*reforçar o seu poder de decisão;
*acessar a calma e o equilíbrio interno;
*libertar-se de apegos, autocura da mente;
*despertar seus potenciais, melhorar sua vida pessoal;
*aumentar sua autoestima 
e autoconhecimento para Qualidade de Vida e Bem-Estar.

Atentamente,
Fernanda Tomaz

26 de setembro de 2017

Os caminhos de Freud


A cura pela palavra e pela livre associação 

Sigmund Freud trabalhou com a intuição dos processos inconscientes, nos estudos clínicos feitos em Paris com o neurologista Jean Charcot, que usava a hipnose para tratar histeria. Em Viena, ele teve contato com Joseph Breuer, que cuidou da paciente conhecida como Anna O. Num estado próximo da auto-hipnose, ela falava sobre as primeiras vezes que experimentou os sintomas de histeria, e só isso reduziu a incidência e a violência dos surtos.

Nos casos que acompanhou, Freud percebeu que a relutância em associar idéias, os silêncios e as dificuldades de pronúncia indicavam conflito entre o consciente e o inconsciente reprimido, geralmente material de natureza sexual. A Psicanálise surgiu da crença de que trazer à tona esse teor e tratar dele pela fala, seria um meio de desatar o nó psíquico. Freud começou então a afirmar a existência da sexualidade infantil e a necessidade de conhecê-la.

Fraternos Abraços

23 de setembro de 2017

Psicanálise


A Psicanálise é um tratamento para processos mentais inconscientes. Uma teoria da estrutura e funcionamento da mente humana e da análise dos motivos do comportamento. Método terapêutico de doenças de natureza psicológica supostamente sem motivo orgânico. Consolidou-se em conhecimentos existentes, como a estrutura tripartite (id - superego - ego) da mente,suas funções e correspondentes tipos de personalidade, a teoria do inconsciente, o método terapêutico da cartase, e o pessimismo da natureza humana.

Como atos sintomáticos, sublimação, pervesão, 
narcisismo, recalque, transferência, projeção,
introjeção, tipos de personalidade,etc.


Aborda às condições psíquicas correspondentes a estados de infelicidade e a comportamentos anti-sociais. Como também a concepção da motivação humana: O Sexo. Objeto natural de interesse das pessoas e também sua principal fonte de felicidade - como poderoso móvel do comportamento humano.

Freud (O Pai da Psicanálise) notou que na maioria dos clientes que teve desde o início de sua prática clínica, os distúrbios e queixas de natureza hiponcondríaca ou histérica estavam relacionadas a sentimentos reprimidos com origem em experiências sexuais pertubadoras. 

Assim ele formulou a hipótese de que a ansiedade que se manifestava através dos sintomas (Neurose) era consequência da energia (libido) ligada à sexualidade; a energia reprimida tinha expressão nos vários sintomas neuróticos que serviam como um mecanismo de defesa psicológica. Essa força, o instinto sexual, não se apresentava consciente devido à repressão tomada também inconsciente. 

A revelação da repressão inconsciente era obtida pelo método da livre associação-inspirados nos atos falhos ou sintomáticos e pela interpretação dos sonhos.

O processo sintomático e terapêutico compreende: experiência emocional; recalque e esquecimento, neurose, análise pela livre associação, recordação, transferência, descarga emocional, cura.

A Psicanálise é a medicina da "alma" do nosso século.

Auxilia o analisado a encontrar 
uma convergência entre as suas necessidades.


COISAS D'ALMA
nosso eu interior
Fernanda Tomaz

15 de setembro de 2017

As quatro estruturas da psicopatologia


As chamadas psicopatologias, no contexto da teoria psicanalítica Freudiana, podem ser divididas em quatro estruturas, a saber, a neurose obsessiva, a histeria, a perversão e a psicose.
A neurose por ser brevemente definida como uma desordem mental, consciente pelo sujeito, desordem esta que não atinge as funções essenciais da personalidade, ou ainda, doença nervosa sem causa somática, mas psíquica, não tendo o poder de transformar a personalidade do sujeito. “Com efeito, o que quer dizer as palavras “consciente” e “não tendo o poder de transformar a personalidade do sujeito” no registro da neurose?


Os neuróticos caracterizam-se pelo sofrimento que sua psicopatologia lhes inflige, sendo este sofrimento a causa mesma da deliberação do sujeito no sentido de procurar um analista na esperança de uma cura. A patologia neurótica não impede o sujeito de possuir uma vida social mais ou menos saudável, e ele mesmo está cônscio de seu sofrimento. O neurótico obsessivo embora não consiga por conta própria se libertar de seus medos, sabe que no fundo são absurdos. Todas as pessoas psiquicamente normais sentem medo diante do perigo, diferentemente, o neurótico é afligido por um medo mórbido, doentio e sem qualquer fundamento. 

Segundo Freud, a causa da neurose reside na ideia de conflito interno entre duas forças opostas que constituem o nosso psiquismo. Ao afirmar que os neuróticos sofrem de reminiscências, Freud confere a uma experiência passada a causa da neurose, pelo conflito, existente entre um desejo, ligado às pulsões e ao ID, e o dever moral, que emana do Superego, gerando, por conseguinte, o sentimento de culpa. E como as pulsões precisam ser necessariamente descarregadas acabam por gerar um sintoma neurótico.

A histeria, não obstante ser distinta da neurose obsessiva, apontada precedentemente, também é classificada como uma neurose, com o seguinte distintivo: o sintoma histérico é conversivo, isto é, o sintoma se manifesta no corpo do sujeito na forma de paralisias, coceiras, cegueira, etc. A título de exemplo, pode-se mencionar a paciente de Freud chamada Dora, que apresentava entre outros sintomas uma tosse nervosa. O sintoma desapareceu quando Dora reconheceu, pelo método psicanalítico que a irritação da garganta ligava-se a um desejo inconsciente de sucção da vara pela qual ela se identificava à amante de seu pai.

As perversões caracterizam-se pelo retorno às atividades, gostos e escolhas característicos de uma etapa anterior do desenvolvimento libidinal; retorno este chamado em psicanálise de regressão. No pervertido o desejo edipiano não deixou de existir e a angústia de castração que a ela está intimamente ligada subsiste em toda a sua intensidade. O prazer do pervertido não pode ser obtido pela simples aproximação das partes sexuais de um homem e de uma mulher, porém, utiliza outros meios e outras vias corporais, por exemplo, o órgão genital do mesmo sexo, via oral ou anal, ou prover aproximação heterossexual normal de condições sem as quais ela não traria para ele realização satisfatória. As perversões manifestam-se, na relação sadismo/masoquismo, voyeurismo/ exibicionismo, no fetichismo e no homossexualismo.

No tocante à psicose, convém compará-la com a neurose para uma melhor compreensão. Conforme visto anteriormente, o neurótico sabe que seus medos e fantasias são absurdos. Ao contrário, um sujeito que sofre de psicose acredita que suas próprias representações fantasiosas são reais. O psicótico não consegue ver o absurdo, por exemplo, da afirmação de ser Napoleão ou Jesus Cristo, pois o psicótico fica estranho à realidade, isto é, torna-se um alienado. 

A psicose impede que o doente compare o que ele imagina como o que acontece na realidade. Portanto, o psicótico perde totalmente a noção de seu estado. Esta perda de consciência implica na impossibilidade da cura da psicose através do método psicanalítico. Pois como vimos, o neurótico busca ajuda psicanalítica porque sofre, e através da associação livre, auxiliado pelo psicanalista, alcança a cura de sua neurose simplesmente ao conhecer a causa geradora do sintoma. 

No entanto, isto não é possível em relação aos psicóticos para quem suas fantasias e representações, são a pura realidade. Quanto aos pervertidos são dificilmente tratáveis pelo método da psicanálise, pois estão tão ligados aos seus objetos de prazer, os quais são assumidos muitas vezes publicamente, que se tornam impedidos de buscarem na clínica o fim de sua patologia.


BIBLIOGRAFIA

BRABANT, Georges Philippe. Chaves da Psicanálise. Zahar Editores. Rio de Janeiro: 1973.

ESTEVAM, Carlos. Freud: vida e obra. José Álvaro Editor. Rio de Janeiro: 1968.

VALINIEFF, Pierre. Psicanálise e complexos. Edições MM. Rio de Janeiro: 1971.

SANTOS, Adelson Bruno dos Reis / Ceccareli, Paulo Roberto. Perversão sexual, ética e clínica psicanalítica. Revista Latinoam. Psicopat. Fund. Vol.12, n.2. São Paulo: 2002.


Fraternos Abraços

7 de setembro de 2017

Alfred Adler e o complexo de inferioridade


No ano de 1902, Sigmund Freud criou a chamada Sociedade psicológica das quartas-feiras à qual foram chegando, aos poucos, médicos e intelectuais judeus. Estes, por sua vez, se reuniam informalmente na sala de espera do consultório de Freud: Rudolf Reitler, Otto Hank, Alfred Adler etc., os quais estavam ligados ao que viria a ser conhecido como o “movimento psicanalítico”. Com efeito, é sobre a dissidência efetivada por um de seus integrantes, a saber, Alfred Adler, que pretendo me ater.


Adler foi o primeiro discípulo de Freud a se separar do grupo psicanalítico em 1911. Todavia, as ideias de Adler não tiveram na França uma grande importância, não obstante as noções de complexo de inferioridade e de protesto viril as quais tornarem-se muito famosas sem que seja lembrado que foi Adler o pai destes conceitos.

Adler fundamenta-se na observação segundo a qual uma inferioridade orgânica é compensada, seja pela utilização de outro órgão, seja por um esforço particular imposto ao órgão deficiente. É possível reportar-se a Demóstenes, como exemplo, o qual, apesar de ser gago, tornou-se um grande orador. A inferioridade orgânica também suscita reações psíquicas sob a forma de fantasias compensatórias. 

Num outro momento, Adler amplia a noção de inferioridade, assegurando que o sentimento de inferioridade existe em todas as pessoas e que possui sua fonte na infância no momento em que o indivíduo se sente pequeno e fraco diante do adulto, sentimento este favorecido pela atitude minimizante dos pais:
O ser humano apresenta esta característica essencial: é a entidade mais frágil do reino animal, quando nasce; a mais delicada, a menos apta para a sobrevivência. 

Um potrinho, assim que se desembaraça da placenta, já pode dar alguns saltos desajeitados; para um gatinho, são necessários apenas alguns dias para que abra os olhos e são necessárias apenas alguma semanas para que o pequeno pássaro possa voar só. O recém-nascido humano vem ao mundo num estado de insuficiência que lhe seria catastrófico se não tivesse uma família para olhar por ele... Assim, a criança que toma, pouco a pouco, ao longe de todos esses anos de sua formação, consciência de si mesma, considera-se a princípio como algo inferior, menor (VALINIEFF, 1971 págs.106 e 107).

Segundo Adler o sentimento de inferioridade faz nascer um desejo compensatório de superioridade, de dominação e de poder que pode conduzir a alguma forma de sucesso pessoal, ou traduzir-se em desejos irrealistas e na busca de objetivos irrealizáveis que caracterizam a neurose. Se a criança sentir grande dificuldade de impor ao mundo exterior seu verdadeiro ego, seu desejo natural de poder transformar-se-á em obsessão. Isto se observa nos casos de compensação. O desejo de superioridade, então, torna-se doentio.

O domínio e o poder, estando nas mãos dos homens em nossa civilização, e a inferioridade do lado da mulher, o desejo de poder em um e outro sexo equivalem a um esforço para alcançar uma posição idealmente masculina. Alfred Adler denomina este esforço de protesto viril que existe, sobretudo nas mulheres, mas que se encontra em todos os indivíduos que, sentindo-se numa posição inferior, se esforça para sair dela:

Mas, de uma pequenez a criança tomará uma força: é um desejo quase imediato de afirmar-se em relação ao mundo. O fim de toda a existência humana está, pois, comandado por uma “sede de poder” destinada a procurar a superioridade sobre o meio ambiente ( VALINIEFF,1972,P.108).

Para Adler é a vontade de poder que é a força motora de toda ação humana, e não a sexualidade, e é esta mesma vontade de poder que é a causa das neuroses, pois, o próprio ato sexual para ser motivado, não nasce da excitação sexual mas de uma procura de superioridade sobre o parceiro. O complexo de Édipo não é questionado por Adler, todavia, é reinterpretada consoante a perspectiva da vontade de poder. A criança visa submeter-se à mãe e subtrair-se à dominação do pai, para por sua vez dominá-lo. 

No decorrer da adolescência e na idade adulta do complexo de Édipo constitui um refugio para o indivíduo, pois o tal se fixa a essa situação para evitar confrontos mais difíceis.
Os diferentes conceitos expostos até aqui, conduzem a uma atitude e a um método terapêutico distintos daqueles observados na psicanálise freudiana. 

A busca das causas iniciais da neurose é abandonada, a qual se define por uma busca de metas inadaptadas e é na correção dessas metas que reside ação terapêutica. Portanto, o foco é na ação educativa e reeducativa, a qual não procura entrar nas profundezas do inconsciente e pretende ser de curta duração. Alfred Adler deu à sua própria teoria o nome de psicologia individual.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRABANT, Georges Philippe. Chaves da Psicanálise. Zahar editores. Rio de Janeiro: 1972.

MEZAN, Renato. Freud. Brasiliense. São Paulo: 1983.

VALINIEFF, Pierre. Psicanálise e complexos. Edições MM. Rio de Janeiro: 1972.

Fraternais Abraços